Nos corredores da TI, pode ser comum que a discussão sobre mover sistemas legados para…

DevSecOps: os quatro pilares e melhores práticas para segurança desde o código até a produção
A transformação digital avançou em ritmo acelerado e, com ela, surgiram novas exigências em segurança da informação. A migração para a nuvem, o modelo de trabalho híbrido e o uso crescente da inteligência artificial generativa (IA Gen) ampliaram a superfície de ataque e tornaram o tema diretamente ligado à eficiência operacional. Nesse contexto, incorporar práticas de DevSecOps deixou de ser apenas uma recomendação técnica e passou a integrar a estratégia de resiliência, continuidade e competitividade.
Em termos simples, DevSecOps propõe a integração entre Desenvolvimento, Segurança e Operações como um fluxo único e contínuo. A ideia é automatizar controles, antecipar riscos e tratar vulnerabilidades desde as fases iniciais do ciclo de desenvolvimento de software. Ou seja, isso se traduz em menos falhas em produção, redução de retrabalho e maior previsibilidade nas entregas.
Apesar disso, ainda é comum encontrar empresas em que a segurança entra em cena apenas nas etapas finais do projeto, muitas vezes às vésperas do go-live. É nesse momento que surgem descobertas inesperadas, atrasos, retrabalho e conflitos entre áreas, reforçando a percepção de que “a segurança atrasa o negócio”. O ponto crítico, porém, não está na segurança em si, mas na forma como ela é incorporada aos processos.
Quando não há automação nem uma cultura compartilhada, auditorias manuais tendem a se tornar gargalos, o ritmo da operação diminui e o risco operacional aumenta. É um cenário tão comum que dados do OWASP Top 10:2025, relatório oficial da OWASP (Open Worldwide Application Security Project), mostram que a grande maioria das vulnerabilidades críticas em aplicações (como injeção, quebras de autenticação e falhas de segurança em APIs) poderia ser evitada com segurança integrada ao pipeline de desenvolvimento, desde o código até a produção. E mais do que isso: muitos desses riscos poderiam ser mitigados com abordagens preventivas e contínuas.
Portanto, é importante reforçar: DevSecOps não se resume à adoção de novas ferramentas. Trata-se, antes de tudo, de uma mudança de mentalidade. A segurança deixa de ser um checkpoint final e passa a funcionar como um requisito de qualidade permanente, no mesmo nível de relevância que performance, custo e prazo.
A seguir, mostraremos como essa abordagem ajuda organizações a reduzir incidentes, aumentar previsibilidade, acelerar entregas e escalar inovação com risco controlado. Também detalharemos os quatro pilares do DevSecOps e como aplicá-los de forma progressiva, realista e com aderência ao negócio.
Boa leitura!
O que é DevSecOps (sem complicar)
Para quem lidera áreas de tecnologia ou conduz iniciativas de transformação digital, o papel da segurança no ciclo de desenvolvimento é conhecido. O desafio atual não está mais na definição do conceito, mas em fazer com que ele funcione no dia a dia, sem criar fricções desnecessárias ou comprometer a velocidade das entregas. É nesse ponto que o DevSecOps ganha relevância.
Na essência, o DevSecOps estabelece que segurança, desenvolvimento e operações devem atuar de forma integrada e contínua, e não como etapas isoladas de um fluxo linear. A segurança deixa de ser acionada apenas em momentos críticos e passa a acompanhar o produto desde o planejamento, influenciando decisões técnicas, arquiteturais e operacionais ao longo de todo o ciclo.
Isso significa organizar pessoas, processos e ferramentas para que riscos sejam identificados mais cedo, quando o custo de correção ainda é baixo e o impacto no cronograma é menor. Ao reduzir a distância entre quem desenvolve, quem mantém a operação e quem responde por segurança, o DevSecOps contribui para um fluxo mais previsível, com menos interrupções causadas por falhas descobertas tardiamente.
Vale destacar que essa abordagem não implica criar uma nova área, nem sobrecarregar os times com controles desconectados da realidade do negócio. O foco está em antecipar riscos relevantes, automatizar verificações sempre que possível e dar visibilidade sobre vulnerabilidades. Dessa forma, a segurança passa a ser tratada como parte do trabalho cotidiano do time, sem comprometer a cadência de entrega nem a capacidade de evolução do produto.
DevSecOps como evolução natural do DevOps
O DevOps já promoveu uma mudança estrutural importante ao aproximar desenvolvimento e operações.
Ao automatizar fluxos, reduzir silos e encurtar ciclos de entrega, tornou o processo mais previsível e alinhado às demandas do negócio. Esse avanço, no entanto, trouxe um efeito colateral pouco discutido no início: a capacidade de lançar novas funcionalidades passou a crescer mais rápido do que a capacidade de garantir que elas fossem entregues com o mesmo nível de segurança.
O DevSecOps amplia o modelo estabelecido pelo DevOps ao incorporar a segurança no mesmo fluxo de trabalho, desde as decisões iniciais até a operação em produção. Não se trata de criar uma camada adicional de controle ou um novo silo organizacional, mas de aplicar políticas, validações automatizadas e mecanismos de monitoramento contínuo que acompanhem a velocidade do desenvolvimento.
Para organizações que operam com práticas maduras de DevOps, o DevSecOps representa um ajuste necessário para sustentar a escala e a complexidade atuais. Ele preserva os ganhos de agilidade e previsibilidade, ao mesmo tempo em que cria condições para que a segurança evolua no mesmo ritmo das entregas.
Leia também: Conhecendo a cultura DevOps.
Segurança como responsabilidade compartilhada
Em muitas organizações, a segurança ainda opera como uma etapa separada do fluxo principal. O time de AppSec ou SecOps concentram a responsabilidade, enquanto desenvolvimento e operações seguem focados em manter a cadência de entregas.
O resultado é previsível: filas para validação, revisões realizadas tardiamente e disputas sobre decisões tomadas sob pressão, geralmente quando o impacto no cronograma já é alto.
O movimento de DevSecOps muda essa dinâmica: a segurança passa a ser distribuída. Isso não significa transformar desenvolvedores em especialistas em segurança, mas incorporar práticas que elevam o nível geral de qualidade desde as primeiras fases do desenvolvimento. Análises automáticas de código, controle de dependências e revisões mais estruturadas passam a fazer parte da rotina, reduzindo a incidência de problemas que só seriam percebidos no fim do ciclo.
Do lado das operações, a contribuição está em garantir que ambientes, configurações e pipelines estejam alinhados às políticas definidas, além de acompanhar o comportamento das aplicações em produção. Já a área de segurança assume um papel mais estratégico e menos reativo: define diretrizes, estabelece padrões, apoia as equipes e cria mecanismos de governança que permitem autonomia sem abrir mão de controle.
Esse modelo tende a reduzir atritos entre áreas e tornar o processo mais previsível. A segurança deixa de ser vista como um ponto de bloqueio e passa a atuar como parte integrante do fluxo, acompanhando a evolução do produto e do ambiente de forma contínua.
Automação como viabilizadora, não como fim
Um dos equívocos mais comuns na adoção de DevSecOps é tratá-lo como um conjunto de ferramentas a ser acoplado ao pipeline. A automação é importante, mas não resolve o problema. Quando não existe clareza de processos nem um entendimento compartilhado sobre o papel da segurança no produto, a ferramenta tende a se tornar apenas mais uma etapa obrigatória, frequentemente percebida como obstáculo em vez de apoio.
A função da automação, nesse contexto, é viabilizar verificações contínuas, consistentes e repetíveis, algo difícil de sustentar apenas com controles manuais. Análises estáticas e dinâmicas de código, varredura de dependências, aplicação de políticas de infraestrutura como código e monitoramento do comportamento em produção passam a fazer parte do fluxo natural de entrega. O objetivo é antecipar riscos e reduzir incertezas, mantendo a velocidade das equipes.
Ainda assim, a automação não substitui decisões nem resolve desalinhamentos organizacionais. Quando bem aplicada, a automação deixa de ser um mecanismo de bloqueio e passa a atuar como um facilitador, apoiando a entrega contínua sem comprometer a governança.
Por que DevSecOps se tornou essencial
Com entregas rápidas, arquiteturas distribuídas e ciclos cada vez menores, vulnerabilidades que antes apareciam apenas nos testes finais agora podem atravessar todo o pipeline sem serem percebidas. O DevSecOps responde exatamente a esse cenário ao integrar segurança ao dia a dia do time, reduzindo o intervalo entre desenvolvimento, operação e validação.
O problema do modelo tradicional de segurança no final
Durante muito tempo, o modelo predominante foi desenvolver primeiro e validar segurança apenas nas etapas próximas ao go-live. Em ambientes monolíticos e com ciclos longos, isso até funcionava. A revisão final funcionava como um controle de qualidade adicional antes da entrada em produção.
No cenário atual, porém, esse modelo tende a se tornar um gargalo. Arquiteturas distribuídas, releases frequentes e pipelines automatizados ampliaram a complexidade do processo. Quando a segurança é acionada apenas no fim, as vulnerabilidades costumam ser identificadas em componentes que passaram por testes, integrações e validações funcionais. O custo de correção aumenta, o impacto no cronograma se torna maior e as alternativas de ajuste ficam mais limitadas.
O impacto real no dia a dia
Quando a segurança é tratada tardiamente, o primeiro efeito costuma aparecer na rotina das equipes. Vulnerabilidades identificadas no fim do ciclo exigem que o time retorne a algo que era considerado concluído, o que interfere diretamente em sprints planejadas, prazos acordados e prioridades definidas. Em muitos casos, uma correção pontual acaba afetando componentes relacionados, gerando um efeito em cadeia que consome tempo e atenção além do previsto.
Além do impacto operacional, o risco sobe. Ajustes perto da produção são mais sensíveis e aumentam a chance de incidentes que poderiam ter sido evitados com visibilidade antecipada. A falta de participação de segurança desde o início também dificulta auditoria, rastreabilidade e tomada de decisão.
O conceito de Shift Left Security
Shift Left Security é a prática de antecipar segurança para o início do ciclo de desenvolvimento. Em vez de avaliar riscos apenas perto da produção, a segurança passa a atuar desde o planejamento, design e codificação. A abordagem envolve análises automatizadas de código, verificação de dependências e colaboração contínua entre desenvolvimento, operações e segurança.
O objetivo é identificar e corrigir problemas na origem, quando o impacto é menor, o custo é mais baixo e o risco para o negócio é reduzido. Shift Left não elimina validações posteriores, mas reduz retrabalho e aumenta a previsibilidade das entregas.
Os quatro pilares do DevSecOps
Ao adotar DevSecOps, a discussão deixa de girar em torno de “por onde começar” e passa a focar em como evoluir de forma consistente, previsível e com o mínimo de fricção entre áreas. Embora envolva mudanças culturais, ajustes de processo e uso de tecnologia, a implantação não precisa ser complexa nem disruptiva. Organizar a estratégia em quatro pilares ajuda a estruturar essa evolução, possibilitando avanços graduais, ganhos mensuráveis e maior aderência das equipes.
A seguir, detalhamos cada um desses pilares.
1. Cultura e colaboração
O ponto de partida do DevSecOps está na forma como as equipes se organizam e se relacionam. Em vez de silos entre desenvolvimento, operações e segurança, o modelo promove colaboração e responsabilidade compartilhada. Esse alinhamento tende a reduzir retrabalho, acelerar decisões e diminuir a percepção de que a segurança atua apenas como um mecanismo de bloqueio no final do processo.
Incluir segurança no “definition of done” é uma prática eficaz: uma entrega só é considerada concluída quando atende aos critérios funcionais e de segurança definidos pelo time. A liderança tem papel direto aqui: é ela quem define prioridades, orienta políticas e cria ambiente para que segurança seja tratada como parte do produto, não como um obstáculo operacional.
2. Automação de segurança no pipeline
Automação é o caminho para garantir que a segurança aconteça com regularidade. Ao integrar verificações ao pipeline, a empresa transforma segurança em critério de qualidade. O código só avança quando atende às regras definidas. Dessa forma, os riscos são mitigados logo no início e o pipeline se mantém consistente com a dinâmica das entregas contínuas — especialmente em ambientes de Continuous Delivery e Continuous Deployment, onde cada alteração precisa estar pronta para ser entregue ou implantada com segurança.
Alguns exemplos práticos ajudam a visualizar:
- SAST (análise estática): analisa o código durante o desenvolvimento e identifica vulnerabilidades ainda na origem.
- DAST (análise dinâmica): executa testes enquanto a aplicação está rodando e identifica comportamentos inseguros.
- Análise de dependências: verifica bibliotecas externas em busca de versões comprometidas ou riscos conhecidos.
Essas verificações não servem apenas para alertar. Elas bloqueiam o avanço quando identificam riscos relevantes, o que aumenta a segurança e evita incidentes em produção.
3. Governança, rastreabilidade e compliance
DevSecOps também envolve clareza sobre o que muda, quando muda e quem aprova a alteração.
Uma governança bem estruturada serve tanto para manter o controle das entregas quanto para atender exigências de auditoria.
O fluxo costuma incluir aprovações antes de produção, histórico de mudanças facilmente consultável e logs completos. Com esses elementos, torna-se possível rastrear decisões, entender impactos e responder rapidamente em caso de incidentes. Em ambientes regulados, essa rastreabilidade não é apenas recomendável, é o que sustenta a operação e reduz riscos legais.
Para entender como a governança se conecta com a manutenção contínua, o conteúdo de sustentação de software pode aprofundar o tema.
4. Infraestrutura segura e padronizada
A forma como os ambientes são construídos determina grande parte do risco operacional. Configurações manuais tendem a ser inconsistentes e difíceis de auditar. Com Infraestrutura como Código (IaC), os ambientes passam a ser reproduzíveis, versionados e validados automaticamente.Isso reduz erros, acelera provisionamento e estabelece segurança desde a base.
Ambientes padronizados facilitam a aplicação de políticas, mantêm coerência entre times e diminuem incidentes causados por variações de configuração.
Melhores práticas de DevSecOps na prática
A implementação de DevSecOps funciona melhor quando desenvolvimento, segurança e operações atuam de forma integrada desde o início. O foco está em criar hábitos de segurança que se encaixem no fluxo de trabalho, sem interromper entregas e sem adicionar complexidade desnecessária.
Começar pequeno e evoluir
A adoção de DevSecOps funciona melhor quando começa por etapas. Escolher um fluxo específico, um serviço ou um tipo de verificação permite aprender rápido, ajustar e ganhar tração. Assim, a resistência diminui naturalmente e o valor gerado fica mais evidente para o restante da organização.
Inserir segurança gradualmente no pipeline
Análises de código, varredura de dependências e validações de configuração podem ser incluídas aos poucos. O objetivo é tornar essas verificações parte do fluxo natural de desenvolvimento, sem criar barreiras que interrompam o trabalho.
Priorizar riscos reais
Nem todo alerta merece a mesma atenção. Focar nos riscos que têm maior probabilidade e impacto ajuda a direcionar esforços e evita sobrecarregar o time. A priorização reduz retrabalho e melhora a qualidade das entregas.
Medir o que muda no dia a dia
Alguns indicadores ajudam a mostrar se a integração de segurança está funcionando:
- Tempo de correção: quanto tempo o time leva para resolver vulnerabilidades.
- Falhas evitadas: problemas identificados antes de chegar à produção.
- Lead time de mudanças: tempo entre a alteração e a entrega efetiva.
Acompanhando esses dados, é possível ajustar processos e comprovar evolução.
Evitar ferramenta sem processo
Ferramentas de segurança e automação, como SAST (Static Application Security Testing), DAST (Dynamic Application Security Testing), SCA (Software Composition Analysis), scanners de vulnerabilidade, gerenciamento de segredos e análise de pipelines, só funcionam quando há um processo definido.
Antes de adotá-las, é necessário estabelecer como serão usadas, quem responde pelos resultados e em que etapa do fluxo entram. Sem isso, alertas se acumulam, responsabilidades ficam pouco claras e a ferramenta deixa de cumprir seu papel.
Erros comuns ao implementar DevSecOps
Mesmo com boas intenções, algumas escolhas atrapalham a adoção de DevSecOps e criam a sensação de que “não funciona”. Conheça abaixo quais são esses pontos para ajustar o caminho desde o início.
Tratar DevSecOps como projeto pontual
DevSecOps não se consolida em um cronograma fechado. Quando tratado como iniciativa isolada, ele perde continuidade e não conecta processos, pessoas e ferramentas. A evolução depende de rotina, acompanhamento e melhoria constante.
Comprar ferramentas sem maturidade
É comum adotar ferramentas de segurança ou automação esperando ganhos imediatos. Porém, quando a organização ainda não definiu processos, responsabilidades e como essas soluções se encaixam no fluxo de trabalho, o retorno não acontece. O resultado costuma ser baixo uso, alertas ignorados e a percepção de que o investimento não gerou valor.
Centralizar tudo no time de segurança
Tratar segurança como responsabilidade exclusiva de um único time faz com que decisões e correções se concentrem em poucos pontos do fluxo. Isso atrasa entregas, aumenta retrabalho e limita a capacidade de identificar riscos no momento em que eles surgem. Quando a área de segurança fica distante da rotina de quem desenvolve e opera o software, ela perde contexto e escala, deixando de acompanhar o ritmo do ciclo de entrega.
Ignorar cultura e comunicação
Mesmo com processos e ferramentas definidos, o DevSecOps não se sustenta sem uma base cultural adequada. A falta de comunicação entre áreas gera interpretações diferentes sobre prioridades, riscos e responsabilidades, o que enfraquece a adoção no dia a dia. Práticas de alinhamento contínuo ajudam a integrar a segurança às decisões técnicas e evitam que ela seja tratada como um bloqueio ao fluxo.
Como a FCamara apoia estratégias de DevSecOps
Em conclusão, DevOps e DevSecOps dizem menos sobre ferramentas e mais sobre rotina. Sobre conseguir colocar código em produção sem sobressaltos, corrigir problemas sem desmontar o planejamento e evoluir sistemas sem transformar cada deploy em um evento de risco. Quando a segurança entra cedo e a automação é bem aplicada, o trabalho flui melhor.
Para as equipes de desenvolvimento, o ganho está em foco. Menos interrupções, menos retrabalho e mais tempo dedicado ao produto. Para a operação, previsibilidade. Já para a liderança, visibilidade real sobre qualidade, riscos e capacidade de entrega. Não é um salto tecnológico isolado, mas um ajuste contínuo na forma de trabalhar.
É nesse ponto que parceiros especializados ajudam a sustentar o modelo. A FCamara, multinacional brasileira com atuação global, analisa ambientes existentes, modernizando a esteira de desenvolvimento e organizando processos para que a automação funcione. Métricas de qualidade, orquestração de deploys, relatórios de status, testes pós-deploy e estratégias de rollback reduzem ruídos operacionais e diminuem acionamentos fora de horário, algo que pesa tanto para o negócio quanto para as pessoas.
No fim, DevSecOps não é sobre acelerar a qualquer custo, nem sobre adicionar camadas de controle. É sobre criar um fluxo em que desenvolvimento, operação e segurança caminham juntos, com menos improviso e mais clareza. Quando isso acontece, a tecnologia passa a sustentar a evolução do negócio com mais estabilidade.
E você, quer entender como esse modelo pode ser aplicado à realidade da sua operação? Vale conhecer mais de perto a abordagem da FCamara e os serviços de DevOps e DevSecOps que apoiam essa transição com foco em previsibilidade e segurança. Saiba mais aqui!

Comments (0)